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	<title>GAMBÁ</title>
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	<description>Grupo Ambientalista da Bahia</description>
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		<title>Gambá participa ativamente do Fórum Social Temático</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Gambá marcou presença no Fórum Social Temático, realizado em Porto Alegre, nos dias de 24 a 29 de fevereiro. De acordo com a organização do encontro, evento reuniu 3 mil lideranças internacionais dos mais variados movimentos: ambiental, de mulheres, de todas as centrais sindicais, urbanos, além de redes atuantes na área de sustentabilidade. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Gambá marcou presença no Fórum Social Temático, realizado em Porto Alegre, nos dias de 24 a 29 de fevereiro. De acordo com a organização do encontro, evento reuniu 3 mil lideranças internacionais dos mais variados movimentos: ambiental, de mulheres, de todas as centrais sindicais, urbanos, além de redes atuantes na área de sustentabilidade. A participação nacional também foi bastante expressiva, com um público de 40 mil pessoas (30 mil residentes em Porto Alegre e 10 mil oriundos de outros estados brasileiros). A marcha foi grandiosa e reuniu 20 mil participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Fórum também contou com a presença da presidente da República Dilma Roussef, que reforçou em conversa com representantes da sociedade civil a dimensão de preparação e organização da Conferência Rio + 20. O evento reuniu 670 atividades, com destaque para a Assembleia dos Movimentos Sociais e a II Jornada Internacional de Educação Ambiental, que trouxe nomes expressivos nas discussões sobre Educação Ambiental e Meio Ambiente: Marina Silva (IMAS), Leonardo Boff (representando a Carta da Terra), Jussara Cony (Secretária de Meio Ambiente do RS), Moacir Gadotti (Instituto Paulo Freire), Pierre Calame (representante da Carta de Responsabilidades Humanas), e Nilo Diniz (MMA).</p>
<p style="text-align: justify;">O Gambá acompanhou amplamente as atividades que refletiram sobre os pactos internacionais, que pautaram os rumos e convergências da Educação Ambiental no mundo, a exemplo do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis com Responsabilidade Global, a Carta de Responsabilidades Humanas e a Carta da Terra. Os membros do Gambá presentes no evento também acompanharam e contribuíram nas discussões de temas afinados com as bandeiras de luta e ação política da entidade, a exemplo do Movimento Mangue Faz a Diferença, as articulações anti-nucleares, a formulação de documento sobre os biomas brasileiros e sobre a governança ambiental e mobilizações contrárias ao novo Código Florestal. Também foi possível partilhar  a experiência de construção participativa de dois planos municipais de Mata Atlântica em municípios do Nordeste Brasileiro, atividade na qual a entidade está envolvida atualmente.</p>
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		<title>Mangue Faz a Diferença promoveu ação na Festa de Yemanjá</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 12:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Festa de Yemanjá em 2012 foi marcada não somente pelos tradicionais presentes (aliás, nunca se lembrou tanto a importância de dar oferendas biodegradáveis), mas também pela entrada da Bahia na Campanha Nacional Mangue Faz a Diferença, cujo objetivo é mobilizar moradores e turistas sobre a importância dos manguezais e alertar sobre os riscos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2849" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.gamba.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Ação_Iemanjá_dia2_manguefazadiferença.jpg"><img class="size-medium wp-image-2849" title="Ação_Iemanjá_dia2_manguefazadiferença" src="http://www.gamba.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Ação_Iemanjá_dia2_manguefazadiferença-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Ação do Movimento Mangue faz a Diferença no dia 2 de Fevereiro, em Salvador.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Festa de Yemanjá em 2012 foi marcada não somente pelos tradicionais presentes (aliás, nunca se lembrou tanto a importância de dar oferendas biodegradáveis), mas também pela entrada da Bahia na Campanha Nacional Mangue Faz a Diferença, cujo objetivo é mobilizar moradores e turistas sobre a importância dos manguezais e alertar sobre os riscos que as mudanças no Código Florestal trazem para o futuro desses ecossistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na oportunidade, representações locais do movimento e pessoas sensíveis à causa ambiental ofereceram uma cesta de presentes feitos em materiais biodegradáveis e reciclados. A ação também visou sensibilizar as pessoas que estavam na festa para a situação de degradação dos mangues brasileiros, bem como as ameaças que o novo Código Florestal trazem para esse ecossistema.</p>
<p style="text-align: justify;">O cortejo percorreu ruas do bairro do Rio Vermelho, acompanhado de uma mãe de santo, que abençoou a oferenda. O final de semana contou com outras intervenções que lembraram a importância de preservar e recuperar os nossos manguezais, especialmente na Ilha de Itaparica, onde o ecossistema está bastante comprometido. Um stand foi montado e foi realizado o sepultamento de um caranguejo, como ato simbólico para a degradação do mangue.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2851" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.gamba.org.br/wp-content/uploads/2012/02/P20207831.jpg"><img class="size-medium wp-image-2851" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.gamba.org.br/wp-content/uploads/2012/02/P20207831-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A turma que participou da entrega do presente biodegradável para Yemanjá.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Campanha</strong> &#8211; Além da Bahia, a campanha ocorre em diversas regiões do país, com manifestações programadas em doze estados (CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, ES, RJ, SP, PR e RS), além de ações em Brasília/DF (confira a programação completa ao fim do texto). Também foi lançado o Manifesto A Favor da Conservação dos Manguezais Brasileiros. Segundo o texto do documento, além dos sérios problemas que já vêm sendo denunciados por cientistas, ambientalistas, especialistas em legislação e organizações da sociedade civil – a exemplo da anistia e da redução da proteção em áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente –,  representando um grave retrocesso na proteção das florestas, o projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados e o substitutivo do Senado, at<strong>i</strong>ngem também diretamente os ecossistemas costeiros e estuarinos, notadamente os manguezais brasileiros, em toda zona costeira do país. Em seguida, o documento lista os principais problemas trazidos para esses ecossistemas e pede providências às autoridades. O manifesto pode ser acessado na íntegra em <a href="http://bit.ly/manguefaz">http://bit.ly/manguefaz</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">As ações tiveram apoio do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão formada por 163 organizações da sociedade civil brasileira, responsável pelo movimento “Floresta Faz a Diferença”. Informações, fotos e vídeos sobre todas as atividades, bem como os materiais e o manifesto estarão disponíveis no hotsite <a href="http://www.manguefazadiferenca.org.br/">www.manguefazadiferenca.org.br</a>, a partir de fevereiro. Internautas também poderão acompanhar a mobilização pela fan page da campanha no Facebook, facebook.com/manguefazadiferenca, e manifestar seu apoio via Twitter com a hashtag #manguefazadiferenca.</p>
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		<title>Oficina participativa propõe reflexão sobre futuro da Mata Atlântica de Ilhéus</title>
		<link>http://www.gamba.org.br/noticias/oficina-participativa-propoe-reflexao-sobre-futuro-da-mata-atlantica-de-ilheus</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das regiões baianas mais ricas na presença da Mata Atlântica, Ilhéus vivencia um processo de construção do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica de Ilhéus, primeiro a ser elaborado e implantado no estado. Como etapa do processo de construção desse plano, nos dias 9 e 10 de fevereiro acontecem a II [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2845" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.gamba.org.br/wp-content/uploads/2012/02/MG_8103.jpg"><img class="size-medium wp-image-2845" title="_MG_8103" src="http://www.gamba.org.br/wp-content/uploads/2012/02/MG_8103-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">A conservação e a recuperação da Mata Atlântica de Ilhéus estará em debate nos dias 9 e 10 de fevereiro.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma das regiões baianas mais ricas na presença da Mata Atlântica, Ilhéus vivencia um processo de construção do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica de Ilhéus, primeiro a ser elaborado e implantado no estado. Como etapa do processo de construção desse plano, nos dias 9 e 10 de fevereiro acontecem a II Oficina de Elaboração de Plano de Mata Atlântica, no Auditório da Justiça Federal (Centro de Ilhéus). O projeto é realizado pelo Grupo Ambientalista da Bahia – Gambá, com recursos do Ministério do Meio Ambiente por meio da chamada do PDA, com apoio da Prefeitura Municipal de Ilhéus e a Associação Visão Dipankara.</p>
<p style="text-align: justify;">Um público de 80 pessoas participa da oficina, contando com a presença de representantes da Prefeitura de Ilhéus, Inema, ICMBio, Sema, Ceplac, Uesc, diversas representações  da sociedade civil ( ONGs, comunidades rurais)  e membros do Condema –  Conselho Municipal de Meio Ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira edição da oficina, realizada em dezembro, foi possível conhecer a situação atual dos remanescentes da Mata Atlântica, construindo participativamente um diagnóstico da região. Nesta nova etapa, entra em debate as pressões e ameaças para o ecossistema na região, bem como de que maneira a elaboração do plano de ação e a definição das metas e propostas de recuperação e conservação para a região.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a consultora do projeto, Heloisa Orlando, “a conservação da Mata Atlântica no município de Ilhéus passa por um momento crítico; por um lado, as alterações legais tanto de âmbito nacional, como a reforma do Código Florestal, de âmbito estadual como a Resolução do CEPRAM ou de âmbito municipal como a não implementação das normas e o Plano Diretor, enfraquecem a integridade da Mata Atlântica”. Por outro lado, o atual quadro de desenvolvimento econômico de Ilhéus deixa a Mata Atlântica bastante vulnerável à degradação quando, atividades econômicas compatíveis com a conservação, como o turismo ecológico e a produção de cacau no sistema cabruca não se tornaram prioridade política para a região.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazem parte da Mata Atlântica as formações florestais e ecossistemas associados como os campos naturais, restingas e manguezais. O sistema Cabruca, característico de Ilhéus e da região Sul da Bahia, tem importância fundamental na conservação uma vez que tem contribuído para a manutenção de espécies da fauna e flora da Mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Harildon Ferreira, secretário municipal de Meio Ambiente, “com a regulamentação da Lei Complementar N° 140 de 8 Dez 2011 que repassa para os municípios e Estado a responsabilidade de licenciar e fiscalizar novos empreendimentos, é importante que Secretaria  Municipal de Meio Ambiente, obtenha mais recursos e estrutura física e de pessoal para efetivamente exercer a fiscalização na Mata Atlântica de Ilhéus”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o consultor Marcelo Roncato, responsável pela mobilização social do Plano, o futuro da Mata Atlântica depende de ações conservacionistas propostas pela sociedade civil organizada por meio de mais de 30 Instituições Ambientais sediadas em Ilhéus, além da UESC, do Poder Público e privado. “O futuro da Mata Atlântica de Ilhéus está em nossas mãos e para isto precisamos estrategicamente decidir o que queremos e o Plano de Ação é a forma participativa de decidir” conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O que: II Oficina do Plano Municipal de Mata Atlântica</p>
<p style="text-align: justify;">Quando: dias 9 e 10 de fevereiro, das 9h às 17h</p>
<p style="text-align: justify;">Quem: Gambá, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Associação Visão Dipankara</p>
<p style="text-align: justify;">Onde: Auditório da Justiça Federal (Centro de Ilhéus)</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: HTTP://www.gamba.org.br</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Salvador sediará o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Salvador vai recepcionar o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental (VII FBEA), que acontecerá entre 28 e 31 de março de 2012. Um dos mais importantes eventos sobre educação ambiental do país, a sétima edição terá como tema: Educação Ambiental: Rumo a Rio +20 e às Sociedades Sustentáveis. De acordo com a organização do evento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Salvador vai recepcionar o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental (VII FBEA), que acontecerá entre 28 e 31 de março de 2012. Um dos mais importantes eventos sobre educação ambiental do país, a sétima edição terá como tema: Educação Ambiental: Rumo a Rio +20 e às Sociedades Sustentáveis. De acordo com a organização do evento, “O fórum incentiva e difunde a cultura de organização em padrão rede, proporcionando experiências e conhecimentos que fortaleçam sua compreensão e prática. Ao mesmo tempo em que apresenta o campo da Educação Ambiental para novos militantes e educadores, incentiva a reflexão crítica para aqueles que nele atuam a partir da sociedade civil, do mercado e do Estado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos eixos mais importantes do FBEA é o Tratado de Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global . “Esse será um dos grandes links do Fórum com a Rio + 20. O Tratado é a referência maior do que construímos desde a Rio 92. Vamos refletir sobre o que de fato aconteceu nesses 20 anos,  desde a Rio92, em interação com a política de educação ambiental”, observa Tita Vieira, coordenadora geral da VII FBEA .</p>
<p style="text-align: justify;">Os temas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – RIO+20 &#8211; economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e  a governança global internacional para o desenvolvimento sustentável – serão exaustivamente debatidos no dia 30 de março.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas interessadas poderão inscrever resumos para realização de atividades autogestionadas a exemplo de minicursos, oficinas, painéis. É necessário entrar no site <a href="http://viiforumeducacaoambiental.org.br/">http://viiforumeducacaoambiental.org.br/</a> e acompanhar o regulamento, seguindo as orientações necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">O QUE: II Jornada do Tratado de Educação Ambiental &#8211; de Porto Alegre a Salvador</p>
<p style="text-align: justify;">ONDE: VII FBEA &#8211; Centro de Convenções da Bahia, em Salvador</p>
<p style="text-align: justify;">QUANDO: de 28 a 31 de março de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Inscrições para propor oficinas, minicursos e painéis até 12 de fevereiro de 2012</p>
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		<title>Inscrições para Painéis no VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental</title>
		<link>http://www.gamba.org.br/agenda/inscricoes-para-paineis-no-vii-forum-brasileiro-de-educacao-ambiental</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até o dia 12 de fevereiro, é possível submeter resumos de propostas de atividades para o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental. O espaço é aberto para atividades autogestionadas a exemplo de painéis, oficinas, minicursos entre outros. O VII Fórum de Educação Ambiental &#8211; FBEA acontecerá nos dias 28 a 31 de março em Salvador, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o dia 12 de fevereiro, é possível submeter resumos de propostas de atividades para o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental. O espaço é aberto para atividades autogestionadas a exemplo de painéis, oficinas, minicursos entre outros.</p>
<p>O VII Fórum de Educação Ambiental &#8211; FBEA acontecerá nos dias 28 a 31 de março em Salvador, no Centro de Convenções da Bahia. O eventor tem oito eixos fundamentais, com destaque para o Tratado de Educação Ambiental.</p>
<p>O regulamento do Fórum e das atividades autogestionadas pode ser obtido pelo endereço: http://viiforumeducacaoambiental.org.br/. Lá o interessado pode também verificar como enviar o resumo da proposta, bem como efetuar sua inscrição.</p>
<p>O que: Inscrições para Atividades no VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental</p>
<p>Quanto: Até dia 12/02</p>
<p>Onde: http://viiforumeducacaoambiental.org.br/</p>
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		<title>Oferenda Yemanjá &#8211; Movimento Mangue faz a Diferença</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Movimento Mangue faz a Diferença e o Gérmen promoverão um cortejo, simbolizando a morte do manguezal, durante a Festa de Iemanjá, em Salvador. O cortejo terá concentração às 14h, na Casa da Mãe (restaurante em frente à colônia de pesca), fará o contorno da igreja do Rio Vermelho e seguirá para a praia, onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento Mangue faz a Diferença e o Gérmen promoverão um cortejo, simbolizando a morte do manguezal, durante a Festa de Iemanjá, em Salvador. O cortejo terá concentração às 14h, na Casa da Mãe (restaurante em frente à colônia de pesca), fará o contorno da igreja do Rio Vermelho e seguirá para a praia, onde acontecerá, seguindo a tradição, a entrega de presentes biodegradáveis para Iemanjá com o acompanhamento de uma mãe de santo. Especialmente produzida para a manifestação, a oferenda é feita com materiais que não poluem o ambiente marinho.</p>
<p>O que: Ação em Defesa do Mangue &#8211; Oferenda para Yemanjá</p>
<p>Quando: dia 2 de fevereiro, a partir das 14h</p>
<p>Quem: Movimento Mangue faz a Diferença, Germen, apoio Gambá.</p>
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		<title>Grandes nomes da Educação Ambiental participaram de atividades da II Jornada Internacional de Educação Ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:16:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Educadores e educadoras ambientais integraram as atividades da II Jornada Internacional de Educação Ambiental, realizadas dentro do Fórum Social Temático e Fórum Social de Educação, realizado no dia 28 de janeiro, em Porto Alegre (RS). Na atividade, foi possível discutir o tema “A educação e sua efetiva contribuição na construção de sociedades sustentáveis”, com objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Educadores e educadoras ambientais integraram as atividades da II Jornada Internacional de Educação Ambiental, realizadas dentro do Fórum Social Temático e Fórum Social de Educação, realizado no dia 28 de janeiro, em Porto Alegre (RS). Na atividade, foi possível discutir o tema “A educação e sua efetiva contribuição na construção de sociedades sustentáveis”, com objetivo de ressaltar as convergências dos valores e princípios de três pactos internacionais de grande relevância para sociedade, sendo eles: o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis com Responsabilidade Global, a Carta de Responsabilidades Humanas e a Carta da Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Na oportunidade, participaram nomes expressivos nas discussões sobre Educação Ambiental e Meio Ambiente: Marina Silva (IMAS), Leonardo Boff (representando a Carta da Terra), Jussara Cony (Secretária de Meio Ambiente do RS), Moacir Gadotti (Instituto Paulo Freire), Pierre Calame (representante da Carta de Responsabilidades Humanas), e Nilo Diniz (MMA). A coordenação do evento está a cargo de Moema Viezzer (coordenadora internacional da II Jornada) e sob a relatoria de Mônica Simons (PMG-SS/CEAG). O evento contou com painéis, oficinas e atividades autogestionadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Marina Silva (IMAS), “a educação é o que promove igualdades de oportunidades e para isso é preciso uma educação de qualidade no Brasil. Um mundo em mutação vai exigir cada vez mais conhecimento, mais tecnologia e mais sensibilidade para alcançar aquilo que Edgar Morin chama de diálogos dos saberes: como juntar o saber técnico e científico com o saber tradicional das populações que têm conhecimento apropriado dos recursos naturais. A educação é fundamental como promotora de um novo modo de viver e uma visão de mundo com ideal de futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a coordenadora do evento e da II Jornada &#8211; Moema Viezzer, a atividade propôs um diálogo dos três documentos que vem orientando as práticas de muitas educadoras e educadores e políticas públicas. “Somos todos aprendizes e aprendemos com o diálogo. Somos muitos que buscamos construir sociedades sustentáveis. Este movimento faz parte do novo processo civilizatorio no qual as pessoas e as comunidades aprendem a conviver entre seres humanos e com os demais seres da natureza&#8221;, ressalta Moema.</p>
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		<title>Instituições mobilizam a sociedade em prol dos manguezais, na Bahia</title>
		<link>http://www.gamba.org.br/noticias/festa-de-iemanja-sera-marcada-por-acao-em-defesa-dos-mangues</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (2), a Bahia vai aderir à campanha nacional “Mangue Faz a Diferença”, cujo objetivo é mobilizar moradores e turistas sobre a importância dos manguezais e alertar sobre os riscos que as mudanças no Código Florestal trazem para o futuro desses ecossistemas. No estado, as ações ocorrerão em Salvador, na Ilha de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>A partir desta quinta-feira (2), a Bahia vai aderir à campanha nacional “Mangue Faz a Diferença”, cujo objetivo é mobilizar moradores e turistas sobre a importância dos manguezais e alertar sobre os riscos que as mudanças no Código Florestal trazem para o futuro desses ecossistemas. No estado, as ações ocorrerão em Salvador, na Ilha de Itaparica e em Canavieiras. A campanha tem coordenação nacional da Fundação SOS Mata Atlântica e local do Grupo de Defesa de Promoção Socioambiental (Gérmen) e da ONG Pró-Mar e também ocorrem na Reserva Extrativista de Canavieiras.</p>
<p>Serão três dias de atividades e mobilizações. No primeiro deles (2), o Gérmen promoverá um cortejo, simbolizando a morte do manguezal, durante a Festa de Iemanjá, em Salvador. O cortejo terá concentração às 14h, na Casa da Mãe (restaurante em frente à colônia de pesca), fará o contorno da igreja do Rio Vermelho e seguirá para a praia, onde acontecerá, seguindo a tradição, a entrega de presentes biodegradáveis para Iemanjá com o acompanhamento de uma mãe de santo. Especialmente produzida para a manifestação, a oferenda é feita com materiais que não poluem o ambiente marinho.</p>
<p>Entre os dias 3 e 4, as ações acontecerão na Ilha de Itaparica e serão coordenadas pela ONG Pró-Mar. Na sexta-feira (3), a ONG colocará um estande, a partir das 9h, em frente ao Terminal Marítimo de Lanchas de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, com plantões e passando informações sobre a campanha. Durante a tarde será realizado o sepultamento do caranguejo, com concentração no próprio estande e seguindo até a Ilhota, fazendo a limpeza do manguezal.</p>
<p>No sábado (4), a Pró-Mar instalará um estande no Festit (evento local), em Itaparica, para promover a educação ambiental e passar informações sobre os manguezais e os impactos das alterações do Código Florestal. No domingo seguinte (12), a Pró-Mar participará do tradicional evento de presenteio à Iemanjá, com cartazes, faixas, fantasias e outros equipamentos da campanha, partindo também de Gamboa e seguindo até o Terminal Marítimo.</p>
<p>Além disso, a partir do dia 17, ocorrerão ações também na cidade de Canavieiras, com caminhadas, mutirões de limpeza e a realização do “VII Festival Gastronômico Cultural de Moquecas das Comunidades da RESEX de Canavieiras”, no dia 19, cujo tema será a campanha Mangue Faz a Diferença.</p>
<p>Além da Bahia, a campanha ocorrerá em diversas regiões do país, com manifestações programadas em doze estados (CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, ES, RJ, SP, PR e RS), além de ações em Brasília/DF (confira a programação completa ao fim do texto).</p>
<p>Como parte da campanha, também está sendo lançado o Manifesto A Favor da Conservação dos Manguezais Brasileiros. Segundo o texto do documento, além dos sérios problemas que já vêm sendo denunciados por cientistas, ambientalistas, especialistas em legislação e organizações da sociedade civil – a exemplo da anistia e da redução da proteção em áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente –,  representando um grave retrocesso na proteção das florestas, o projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados e o substitutivo do Senado, at<strong>i</strong>ngem também diretamente os ecossistemas costeiros e estuarinos, notadamente os manguezais brasileiros, em toda zona costeira do país. Em seguida, o documento lista os principais problemas trazidos para esses ecossistemas e pede providências às autoridades. O manifesto pode ser acessado na íntegra em <a href="http://bit.ly/manguefaz">http://bit.ly/manguefaz</a>.</p>
<p>A ação tem o apoio do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão formada por 163 organizações da sociedade civil brasileira, responsável pelo movimento “Floresta Faz a Diferença”.</p>
<p>Informações, fotos e vídeos sobre todas as atividades, bem como os materiais e o manifesto estarão disponíveis no hotsite <a href="http://www.manguefazadiferenca.org.br/">www.manguefazadiferenca.org.br</a>, a partir de fevereiro. Internautas também poderão acompanhar a mobilização pela fan page da campanha no Facebook, facebook.com/manguefazadiferenca, e manifestar seu apoio via Twitter com a hashtag #manguefazadiferenca.</p>
<p><strong>Manguezais X novo Código Florestal</strong></p>
<p>Fabio Motta, coordenador do Programa Costa Atlântica, da SOS Mata Atlântica, explica que os manguezais servem como berçários para muitas espécies de peixes e crustáceos com importância ecológica, econômica e social. “Hoje, existem mais de 500 mil pescadores no Brasil. Se somados aos empregos indiretos, o número de pescadores ultrapassa 1 milhão, portanto, os mangues são uma fonte de renda para um número significativo de brasileiros. A defesa desses manguezais deve mobilizar toda a sociedade, não apenas os pescadores, pois além da sua importância econômica, eles são áreas fundamentais para a manutenção da vida marinha”.</p>
<p>O texto do Código Florestal, aprovado no Senado, coloca em risco esses importantes ambientes, ao propor a consolidação de ocupações irregulares em manguezais ocorridas até 2008, consolidar ocupações urbanas nessas áreas e permitir novas ocupações, sendo 35% em manguezais do bioma Mata Atlântica e 10% na Amazônia. “Como argumento, o projeto de lei defende a carcinicultura (criação de camarões), atividade que já é responsável por enormes passivos socioambientais no Nordeste do país”, explica Motta.</p>
<p>Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, destaca que os manguezais são áreas de uso comum da população e essenciais para a qualidade de vida das gerações atuais e futuras. “O projeto de lei que altera o Código Florestal não tem coerência com o processo histórico do país, marcado por avanços na busca pelo desenvolvimento sustentável. Se aprovado, beneficiará um único setor econômico em detrimento do nosso capital natural e de nossas populações. A sociedade, representada em manifestações de empresários, representantes da agricultura familiar, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da juventude, dos sindicatos, de juristas e de tantos outros segmentos, já se posicionou contra o projeto de lei aprovado pelo Congresso e não pode ser desconsiderada”. Em dezembro do ano passado, a presidente Dilma recebeu 1 milhão e meio de assinaturas de brasileiros contrários à aprovação do novo texto do Código Florestal.</p>
<p>O projeto de alterações no Código Florestal tem nova votação prevista para o início de março.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Programação </strong></p>
<p>Coordenação geral: Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
<ul>
<li><strong>24 a 29/1 </strong>– Lançamento da      campanha e mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica no Fórum Social      Temático, em Porto Alegre (RS); Coordenação: Fundação SOS Mata Atlântica.</li>
<li>A      partir de<strong> 24/1</strong> – Porto Seguro      (BA). Coordenação: Projeto Amiga Tartaruga.</li>
<li>A      partir de <strong>24/1</strong> – Litoral Sul de      Pernambuco: Praias de Tamandaré, Carneiros e Porto de Galinhas;      Coordenação: Instituto Recifes Costeiros.</li>
<li><strong>1 a 4/2</strong> – Paraíba.      Coordenação: Associação Guajiru.</li>
<li><strong>2/2 </strong>– Salvador (BA);      Coordenação: Grupo de Defesa de Promoção Socioambiental – Gérmen.</li>
<li><strong>3 e 4/2</strong> – Ilha de Itaparica      (BA); Coordenação: PROMAR.</li>
<li><strong>4 e 5/2 </strong>– Aracaju e Itaporanga      (SE); Coordenação: Instituto Mamíferos Aquáticos.</li>
<li><strong>4 e 5/2 </strong>–<strong> </strong>Matinhos (PR);<strong> </strong>Coordenação:      Associação Mar Brasil.</li>
<li><strong>5/2</strong> – Maceió (AL);      Coordenação: Instituto Biota de Conservação.</li>
<li><strong>5/2 </strong>– Recife (PE);      Coordenação: Centro Escola Mangue.</li>
<li><strong>A partir de 8/2 </strong>–      Rio Ceará e Praia de Iracema (CE); Coordenação: Associação de Pesquisa e      Preservação de Ecossistemas Aquáticos – AQUASIS.</li>
<li><strong>11/2 </strong>– Santos (SP);      Coordenação: Ecosurfi.</li>
<li><strong>12/2 </strong>– Natal (RN);      Coordenação: ONG Oceânica &#8211; Pesquisa, Educação e Conservação.</li>
<li><strong>12/2 </strong>– Vitória (ES);      Coordenação: Associação Ambiental Voz da Natureza.</li>
<li><strong>12/2 </strong>– Rio de Janeiro (RJ);      Coordenação: Instituto Mar Adentro e Projeto Coral Vivo.</li>
<li><strong>A partir de 17/2 </strong>–      Canavieiras (BA).</li>
<li><strong>18/2</strong> – Paraty (RJ);      Coordenação: Associação de Monitores Ambientais de Paraty – AMAPA.</li>
<li> <strong>Início      de março: </strong>ações em Brasília (DF). Coordenação: Fundação SOS Mata      Atlântica.</li>
</ul>
<p><a href="mailto:heloisa@lead.com.br"><br />
</a></p>
</div>
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		<title>Uso dos Transcons é liberado para Orla de Salvador</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Transcon – Transferência de Construção para a prefeitura de Salvador significa a transferência do direito de construir. Funciona como uma compensação para o empresariado imobiliário em regiões de desapropriação. Mas na prática, esses tais transcons servem para favorecer um setor que agride a cidade e as comunidades, funcionando como uma espécie de moeda para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Transcon – Transferência de Construção para a prefeitura de Salvador significa a transferência do direito de construir. Funciona como uma compensação para o empresariado imobiliário em regiões de desapropriação. Mas na prática, esses tais transcons servem para favorecer um setor que agride a cidade e as comunidades, funcionando como uma espécie de moeda para o mercado imobiliário. Com a nova lei aprovada pelos vereadores, o Uso das Transcons também passa a ser empregado na Orla de Salvador, numa região onde até então era proibido.</p>
<p style="text-align: justify;">A mudança reitera o favorecimento que prefeitura vem dando ao setor, em detrimento da população, do meio ambiente e da própria arrecadação pública. Assim está liberado o uso das transcons para a borda atlântica do município e o município não tem contrapartidas, tendo que arcar com obras de infraestrutura, necessárias onde há adensamento populacional. E o empresariado, só se favorece.</p>
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		<title>Salvador: descuido, fragilização da democracia e subversão das leis</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Salvador deu um presente de fim de ano ao povo soteropolitano: no dia 29 de dezembro, votou alterações na Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Lous), implicando em mudanças no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU). As mudanças foram votadas sem discussão, sem audiência pública, à revelia dos conselhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Salvador deu um presente de fim de ano ao povo soteropolitano: no dia 29 de dezembro, votou alterações na Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Lous), implicando em mudanças no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU). As mudanças foram votadas sem discussão, sem audiência pública, à revelia dos conselhos de direitos, nem mesmo havendo debate dentro da Câmara Municipal. Os vereadores votaram e aprovaram as mudanças, mesmo desconhecendo a pauta e suas implicações. Diante do repúdio da sociedade e das mobilizações populares que começaram a se articular, em audiência pública para tratar sobre o tema, entre um vôo e outro nas suas “merecidas” férias, o prefeito João Henrique Carneiro sancionou a lei.</p>
<p>Por que essa aprovação subverte a lei? De acordo com a assessoria jurídica da Vereadora Marta Rodrigues, a Lous se submete ao PDDU. É uma lei menor, que não tem poder de alterar algo que é superior a ela. Além disso, o próprio PDDU – aprovado contrariando os questionamentos da sociedade civil de Salvador e movimentos populares – ainda não foi plenamente implementado, o que gera ainda mais distorções em alterá-lo. Outro dado é que as emendas feitas na Lous compunham o chamado PDDU da Copa, embargado pelo Ministério Público justamente por implicar em mudanças significativas na cidade, exigindo maiores discussões e avaliações. Numa manobra antiética, os vereadores e prefeito aprovaram uma lei que fora questionada e barrada pela justiça.</p>
<p>As mudanças aprovadas mais condenáveis são a retirada do poder deliberativo do Conselho de Cidade e do Conselho de Meio Ambiente do Município; a autorização da construção de prédios e condomínios privativos em Ilha dos Frades, a extinção do Parque Vale Encantado, última área preservada de Mata Atlântica na Avenida Paralela e compromisso firmado pelo próprio prefeito João Henrique de conservação da área; alteração do gabarito em alguns trechos da orla, que causaria o sombreamento das praias, e a autorização de construção de hotéis nesta área são algumas das modificações aprovadas.</p>
<p>No último dia 17 de janeiro, as vereadoras Marta Rodrigues, Vânia Galvão, Aladilce Souza e o vereador Gilmar Santiago, além de representantes da sociedade civil entraram com ação popular pedindo a anulação da votação da Câmara Municipal. A ação popular foi assinada por 20 cidadãos e deverá ser reforçada com as petições on line que circulam pela internet, questionando as arbitrariedades. As promotoras do Ministério Público do Estado da Bahia Rita Tourinho, Heliete Viana e Cristina Seixas avaliam que punição deverá ser dada ao prefeito de Salvador, por sancionar uma lei indo de encontro às recomendações da Justiça. As promotoras deverão abrir ação criminal contra o prefeito e os 31 vereadores que aprovaram as alterações na Lous, por burlarem a ordem judicial. As juristas deverão também impetrar ação de improbidade administrativa tanto para ambos, prefeito e parlamentares.</p>
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